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Vídeo do evento que realizamos no dia 15/07 abordando a luta e a resistência das mulheres curdas.

“[…] dos pilares sobre o qual devemos falar é a libertação da mulher; a auto-organização das mulheres dentro do movimento é um elemento fundamental, e a luta contra o patriarcado é parte fundamental do programa dos revolucionários curdos, […] ‘sem a libertação da mulher não pode haver um Curdistão livre'”.
(A Revolução Ignorada – liberação da mulher, democracia direta e pluralismo radical no oriente médio. pg.59)

 

Biji YPJ!
JIN, JÎYAN, AZADÎ!

[81 anos da Revolução e Guerra Civil Espanhola] Entrevista com Buenaventura Durruti (24/07/1936)

“As forças facciosas foram às ruas no domingo, 19 de julho, às 5 horas da manhã, e na segunda-feira à tarde, às 17 horas. Garcia Oliver anunciava na Rádio Barcelona que o povo tinha vencido o fascismo no transcurso de uma luta desigual. Nunca se tinha visto desaparecer o poder do Estado com tanta rapidez. Em menos de 72 horas, o Estado não mais existia, senão de nome. O pouco de forças representativas que lhe restavam logo se fundiram no povo. A C.N.T. e a F.A.I. eram senhoras absolutas da situação, tanto em Barcelona quanto na província. ” Durruti: da revolta à revolução.

Retomamos aqui uma importante entrevista realizada com Buenaventura Durruti 4 dias após as explosões da luta popular operária e camponesa da Espanha. Luta que ganhou proporções internacionalistas e com grande participação das Brigadas Antifascistas.

Trazer na memória esse importante marco histórico de luta avançada e de organização dos meios de produção é fator essencial para analisar os erros e acertos deixados como ferramentas para as lutas futuras. Um outro mundo é possível…

VIVA A EXPERIÊNCIA REVOLUCIONÁRIA ESPANHOLA!

19 DE JULHO DE 1936 /// 19 DE JULHO DE 2017

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“O que une momentos históricos da resistência humana com o desejo de construir um novo mundo, dos primeiros guerreiros da liberdade na história à Comuna de Paris e ao levante dos Zapatistas às praças da liberdade em Rojava, é o poder indestrutível de ousar imaginar. É a coragem de acreditar que a opressão não é o destino. E por isso lutamos pelo desejo mais ancestral da humanidade: A BUSCA PELA LIBERDADE.”

Dilar Dirik

 

“A proposta alternativa surgida dessas críticas (ao Estado) se chama Confederalismo Democrático, um sistema sem um Estado centralizado, onde as mulheres desempenham um protagonismo central para a construção de uma sociedade livre. Neste sistema, a libertação das mulheres é a primeira condição para uma sociedade livre […], uma sociedade só pode ser livre com a libertação das mulheres. “

Melike Yasar